Ao sabor do vento

Julho 28, 2014

(Da série “Vi Por aí”)

Caderno do Banco

Julho 26, 2014

 

Sol de inverno

Julho 24, 2014

Azul, azul, azul. E, assim como uma mistura inusitada, mas que calhou perfeitamente, Maria Callas nas orelhas.

 

LILA – de Carlos Lascano

Julho 22, 2014

O que vai na mente de uma pessoa com um bloco por aí?

É mais ou menos assim que funciona (inclusive a cara de estranhamento do casal no restaurante).

Manualidades

Julho 22, 2014

Vontades de outrora: aprender a fazer macramé.

E assim termina o Caderno Lapa

Julho 22, 2014

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Não pareceu que você de fato se importou tanto assim.

A velha louca do bairro pira

Julho 21, 2014

I’ve had a hole in my heart for so long

Julho 21, 2014

Se eu ainda fizesse esculturas taí uma ideia. E assim vamos levando…

Caderno do Banco

Julho 19, 2014

A primeira diaba data de 1990. Um daqueles desenhos surpresa, que a gente nem espera e quando vê está lá olhando pra nossa cara direto do papel. Um marco na mudança de traço, de rabisco.

E assim as trouxe vida afora. Volta e meia elas reaparecem pelas páginas (se revelaram boas companheiras de devaneios e salas de espera em geral). Não à toa algumas curvas da minha tatuagem saíram daí. A última, feita em duas etapas (e dias e lugares e canetas). Gostei assim.

(Ouvindo Paulo Moura)

 

“O Banho”

Julho 19, 2014

Textura, acrílica, lápis de cor, colagem.

 

Média no balcão

Julho 19, 2014

O questionamento da vez

Julho 18, 2014

Que me pegou tão, tão de surpresa.

(Foto da série “Vi Por Aí” – quando os olhos batem nos muros, nas paredes)

 

Horta hidropônica – LINK

Julho 15, 2014

Genial! Sempre quis fazer isso em uma parede do quintal:

Como fazer uma horta hidropônica

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Por aqui umas plantinhas poucas. O manjericão não anda bem das pernas. Apenas a salsa e a cebolinha sobrevivem. Hortelã (para os chás e as comidas árabes) e o mal afamado coentro em fase de tentativa.

 

(ex) Monocromático e uma vontade

Julho 14, 2014

Coreografaria feliz uma das músicas deste cara.

Lapa, penúltima página

Julho 13, 2014

Julho 12, 2014

O silêncio não necessariamente é tristeza, recolhimento.

Não quer conselho, não pede colo.

O silêncio pode ser simplesmente

Não ter nada para falar no momento.

O Sonho Ilustrado está de volta!

Julho 12, 2014

Aquela aquarelinha corrida, antes que a imagem escape.

(Caderno Leila I)

Ouvidos atentos – LINK

Julho 10, 2014

A ideia é antiga: simulador de som de background. As opções podem ser usadas separadamente ou em conjunto criando combinações sonoras em diferentes porcentagens: água, insetos, folhagens, etc…

Teoricamente serve para aumentar a concentração.

http://www.noisli.com/

Pão semi integral da Zel

Julho 9, 2014

Facílimo de fazer e uma delícia! A massa é meio molinha mesmo, meio pegajosa, mas no fim tudo dá certo!

Claro que terei que refazer e já estou com vontade de inventar, jogar uns trecos, umas passas, umas sementes.

Sucesso absoluto de público e crítica nesta casa!

A receita está aqui: Pão semi integral de liquidificador da Zel

Mirar no que vi, acertar no que não vi

Julho 7, 2014

Estava rumo a um dos lugares que mais me deixam feliz nesta vida em um dia onde tudo começou meio errado. Telefonemas estranhos, um jogo da Argentina que não segurou ninguém em casa, filas intermináveis para ver um artista que esteticamente nem me agrada. Segui outros caminhos e me encantei bem mais, como sói acontecer. Tramas, cores, formas. Para ficar em silêncio. Para fazer pensar.

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Casa França-Brasil

Artevida (corpo)

“Artevida” explora a relação entre arte e vida, com foco nas práticas artísticas brasileiras e, particularmente do Rio de Janeiro, entre os anos 1950 e inicio dos 1980.

A mostra é dividida em quatro eixos que ocupam a Casa França-Brasil, EAV Parque Lage, Biblioteca Parque Estadual e Museu de Arte Moderna do Rio com  mais de 300 obras do Brasil e do mundo, muitas delas inéditas, dentre pinturas, esculturas, instalações, fotografias e vídeos.

Na Casa França-Brasil, ‘artevida (corpo)’ compreende subseções em torno do autorretrato, do corpo em transformação e do corte.

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Centro Cultural dos Correios

Call me Helium  

A obra “Call me Helium”, uma parceria dos irmãos Andreas e Thomas Valentin com Hélio Oiticica, nasceu em 1974, embalada por muito rock e vontade de inventar e criar.

A Arte que Permanece

A exposição reúne 103 obras, entre pinturas, gravuras, desenhos, fotografias e esculturas, produzidas por 40 artistas alemães e brasileiros no período de 1972 a 2002 e pertencentes ao acervo de Francisco Chagas Freitas.


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